
A relação de dependência do seringueiro
para com o "marreteiro" (o atravessador) cria
situações
humilhantes onde o seringueiro entrega toda a produção
de borracha de uma semana e subvalorizada
e fica à beira da estrada com poucos produtos como
açúcar café e pólvora, sobrevaloriozados
e volta para
casa, na floresta, com sua dívida ainda maior tendo
que produzir mais borracha, criando um ciclo de
trabalho escravo onde o seringueiro acaba preso pela dívida.
Assis Brasil/Acre - Fronteria Brasil/Bolívia -
1993.
1 -
2 - 3 - 4
- 5 - 6
- 7 - 8
- 9 - 10
- 11 - 12